quarta-feira, 11 de abril de 2012

Os comerciais fazem você se sentir mal por não ter carro

Via Blog do Sakamoto

Carregado de uma certa insônia bissexta, acabei vendo mais TV do que o nível recomendável pela Organização Mundial de Saúde nas últimas semanas. Da próxima vez, vou andar de bicicleta de madrugada (as ruas de São Paulo são mais seguras para ciclistas do que a programação da TV para os insones). Enquanto, o cérebro se recupera, relato que tive a oportunidade de ver e rever alguns comerciais sensacionalmente perturbadores. 

Não tenho mais carro há um bom tempo. Então me senti uma titica amorfa e pedestre quando percebi, através de uns anúncios lindos de morrer, que se eu não tiver um possante ultrajantemente rápido, não conseguirei correr o suficiente para fugir da lembrança de um dia ruim de trabalho. E como dias ruins de trabalho são constantes, estou fadado à danação eterna das sardinhas enlatadas do busão.

O que tira camelô da rua é progresso, não o “rapa”

O jornal Valor Econômico publica hoje uma pesquisa que deveria estar na cabeça dos governantes que acham que o comércio ambulante se combate apenas com fiscalização e repressão, o famoso “rapa”.

Boatos contra Chavez agora partem do Brasil


Nessa quarta-feira, 11 de abril, faz dez anos que a direita venezuelana, com apoio dos EUA, tentou derrubar Hugo Chavez. Foi um golpe – é sempre bom lembrar – com ampla participação midiática, como mostrou o documentário “A Revolução Não Será Televisionada”.

E a guerra continua.

Serviços de inteligência do governo venezuelano notaram, nos últimos meses, uma mudança significativa nas ondas de boato a serviço da oposição: as especulações contra Chavez, agora, já não partem de Miami ou de Madrid, como era o mais comum ao longo dos últimos dez anos. Não. Agora, o foco tem sido o Brasil.

Sobre Censura e Pontapés

Via ContextoLivre

Theófilo Silva
Shakespeare nos diz em Tímon de Atenas, que “Nenhum homem vai para o túmulo sem levar no corpo a marca de um pontapé dado por um amigo”. Se os amigos nos dão pontapés, o que não podem fazer outras pessoas? Já levei tantos pontapés na vida que perdi a conta. Portanto, quando fui impedido de emitir minha opinião, como vinha fazendo semanalmente, há cinco anos no Site do Jornal O Globo, Blog do Moreno, não me assustei, encarei como mais um chute, desses que a vida nos dá de vez em quando.

Afinal de contas a verdade é dura, incomoda e dói! Cometi o mais imperdoável dos crimes no Brasil: mexi com uma corporação. Jornalista não critica jornalista, como disse o dono do Blog – citei o nome de um jornalista e sua revista (Policarpo Júnior e Veja), que estão na boca de todo mundo. O corporativismo é a maior praga do país. Aqui, mesmo o maior dos criminosos, se pertencer a alguma categoria, é protegido por uma guarda pretoriana, impossível de ser furada. Quando um deles é pego, a primeira declaração que a corporação dá é: “É preciso cortar na própria carne!”. E não cortam. Que carne, que corpo?
 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Um Fiuza é sempre um Fiuza

E tem um colunista ( PHA chamaria de "colonista" ) chamado Guilherme Fiuza que publicou na Revista Época - braço semanal das Organizações Globo e co-irmã da Veja - um texto ofensivo à toda a população brasileira, ou no minimo à todos os simpatizantes e eleitores de Dilma.

O sujeito, tomado de inveja escalafobética, declara referindo-se aos estupendos 77% de aprovação à Dilma:

"Não dá mais para dourar a pílula. Num cenário como esse, só resta adotar a solução proposta certa vez pelo colunista Tutty Vasques: cadeia para a opinião pública.

E cadeia por vadiagem"

A Merkel é mal educada?

Li na semana passada uma informação publicada no Brasil 247 dando conta de que chanceler alemã, Angela Merkel,  havia respondido para Dilma a respeito das declarações desta durante a sua ultima visita a Alemnha.

Lendo as palavras de Merkel achei-as muito estranhas e mal educadas. Continha aquela falta de educação que a gente duvida que exista em uma representante de um país como a Alemanha. E eu pretendia comenta-la aqui no Saúva mas os dias passaram e o timing também.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Revisão da História do Brasil: Os Índios Comunistas

Via Professor Hariovaldo

"Os índios Brasileiros eram jacobinos, bolchevistas, comunistas. A pele vermelha denunciava sua ideologia dialética e sua militância na luta de classes.

Pedro Alvarez Cabral, o navegante distraído, eleito descobridor da Terra de Santa Cruz, era maoísta-castrista e não conseguiu de imediato formar um governo de coalizão com os nativos."

 

canibais
Culto indígeno-comunista – Churrasco de criancinhas
 

O Sonhador que foi comido pelos tubarões

Via Anais Politicos

"O carrinho fazia 25 km por litro. Eram veículos leves de fibra de vidro, bem pequenos (como que antevendo um futuro de carros para uma pessoa), mas não muito bonitos. Por outro lado, quem se lembra dos carros brasileiros dos anos 80, dificilmente poderá dizer que os outros eram uma beleza."

 

Conversando com um amigo, resolvi garimpar na rede alguma coisa que falasse dos carros Gurgel, e de como seu criador foi sacaneado por um governo vendilhão e por tubarões da indústria, que não admitiam um legítimo concorrente, ainda que minúsculo.

A perpetuação da pobreza

Via Carta Capital

"No fim da gravação perguntei à mãe, uma mulher de 38 anos que pareciam 60, por que tantas crianças. Disse que o marido não gostava de camisinha, e que a existência dos netos não fora planejada, porque “essas meninas de hoje não têm juízo”."

As periferias das cidades brasileiras parecem umas com as outras: casas sem reboco, grades de segurança, fios elétricos emaranhados, vira-latas e criançada na rua. Há 13 anos faço programas de saúde para a televisão. Procuro gravá-los nos bairros mais distantes, por uma razão óbvia: lá vivem os que mais precisam de informações médicas.

Nós e eles: a viagem de Dilma aos EUA

Via O Esquerdopata

"...Ninguém tem dúvidas que o século norteamericano ficou para trás e o novo século já é o século do Sul do mundo. Como representante desse mundo é que Dilma viaja hoje, digna, com a força moral da nossa soberania, aos EUA."

As relações do Brasil com os EUA quase sempre foram de subserviência. Hoje mudaram. Não por eles, que continuam imperiais, prepotentes, sem consciência da sua decadência.
Terminada a segunda guerra, Octávio Mangabeira beijou as mãos do presidente dos EUA, Harry Truman, que visitava o Brasil. Instaurada a ditadura militar, Juracy Magalhaes, ministro de Relações Exteriores, adaptando a frase da General Motors, afirmou: “O que é bom para os EUA é bom para o Brasil.” Logo apos os atentados de 2001 nos EUA o então ministro de Relações Exteriores do Brasil, Celso Lafer, se submeteu a tirar os sapatos para ser controlado em um aeroporto dos EUA. Os três são da mesma linhagem tucano udenista, sombras que deixamos para trás.
 

Esculacharam o Shibata

Via O Escrivinhador

Cerca de 100 pessoas realizaram uma manifestação na frente da casa do médico legista e ex-diretor do Instituto Médico Legal, Harry Shibata, na tarde deste sábado (7), na Vila Madalena, bairro da zona oeste de São Paulo.

Ele é acusado de ser responsável por falsos atestados de óbito usados para acobertar assassinatos de opositores pela ditadura militar, ignorando marcas deixadas por sessões de tortura e produzindo laudos de acordo com as necessidades dos militares. Na manhã deste sábado, os bairros de Pinheiros e da Vila Madalena já haviam amanhecido com centenas de cartazes acusando Shibata, colados por manifestantes durante a madrugada.

Esqueçam Policarpo: o chefe é Roberto Civita

Via Luiz Nassif On Line

"Não haverá como fugir da imputação de associação criminosa. E nem se tente crucificar Policarpo ou o araponga Jairo ou esse tal de Dadá. O pacto se dá entre chefias – no caso, Roberto Civita, pela Abril, Cachoeira, por seu grupo."

 Veja se antecipou aos críticos e divulgou um dos grampos da Policia Federal em que o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o araponga Jairo falam sobre Policarpo. Pinça uma frase – “o Policarpo nunca vai ser nosso” – para mostrar a suposta isenção do diretor da Veja em relação ao grupo.


Demóstenes e o ‘duplipensar’ da imprensa

Via Viomundo

"Com esse trecho, cremos ter decifrado os sorrisos de Merval Pereira, Dora Kramer, Augusto Nunes, Eliane Catanhede, entre outros, quando confrontados com a palavra “ética”.

Qualquer pessoa de bom senso, que tenha lido os articulistas da grande imprensa, desde o surgimento dos escândalos envolvendo o senador Demóstenes Torres, concluirá facilmente que os trabalhadores das oficinas de consenso, aturdidos com o que lhes parece um ponto fora da curva, uma desconstrução dispendiosa e extemporânea, são como aqueles motoristas que imaginam poder dirigir um veículo com os olhos presos ao retrovisor. Não enxergam a clareza da realidade. O círculo do jornalismo de encomenda, minúsculo e cego, está só, murado no seu isolamento.


Cadê o pessoal do “inflacionismo”?

Via Tijolaço



Não é possível que pessoas que previam, até seis meses atrás, uma explosão da inflação e o “estouro” da meta inflacionária continuam a dar palpites e a deitar lições sobre a condução da política econômica brasileira.

Cachoeira é demo-tucano. Ligá-lo ao PT é delinqüência intelectual

Via Blog da Cidadania


A mídia demo-tucana – que, agora, tenta se desvincular de Demóstenes Torres, uma criação sua – vem produzindo distorção revoltante dos fatos ao afirmar que “todos os partidos” estariam envolvidos com Carlinhos Cachoeira. Mentira! Este texto irá provar que comparar a relação dúbia entre um obscuro deputado do PT de Goiás e o bicheiro com as relações íntimas deste com expoentes do PSDB e do DEM, é delinqüência intelectual.