" Graças te dou, Senhor, nosso Deus, rei do universo, que pelo poder da tua misericórdia, assim me restituis, viva e constante, a minha alma." trecho d`O Evangelho Segundo Jesus Cristo, de Saramago.
Na narrativa de Saramago essa frase é uma oração que José fazia todas as manhãs ao acordar, dentro de um entendimento que a alma se desprende do corpo durante o sono e retorna ao despertar.
Uns tempos atrás eu começei a pensar sobre alma e corpo viverem separados mas no fim eu fiquei achando que eu estava delirando ao ter uns pensamentos desses.
Então em um outro dia eu estava tomando uma cerveja com meu chefe e tomado de subita filosofia eu perguntei a ele: acredita que nossos corpos são marionetes de nossas almas?
Pra meu espanto ele disse: sim eu acredito!
E passamos, ele e eu, a comungar dessa idéia e aprofunda-la. Talvez seja isso mesmo. Nossas almas na verdade não residem em nossos corpos, elas vagueiam por ai, manipulando fios invisiveis que controlam nossos fisicos levando-nos pra la é pra cá, dando-nos um minimo de senso, para que possamos dar à elas - nossas almas - todas as coisas inalcançaveis para elas.
Nossas almas usariam nosso corpos para obter aquilo que elas não conseguem: prazeres e desprazeres fisicos, passando por todos os sentidos. Nós seriamos a experiencia concreta, visivel e tangivel daquilo que é desesperadoramente invisivel e intocavel para nossas almas. Lágrimas, toques de pele, gozos, frio, calor, fome, sede, saciedade, enfim tudo aquilo a respeito do que nosso corpo é sensivel e que para as almas é impossivel sentir.
Não, não! Não seria algo assim ordenado e organizado, com hierarquias, como querem os espiritas e as religiões diversas. Nada disso de almas passarem de corpo para corpo, ou padecerem em céus e infernos, ou evoluirem ou regredirem.
Almas e corpos se completariam e existiriam no exato e justo tempo da vida fisica tal e qual conhecemos. Morreu, morreu. Acabou, acabou.
Estou imaginando poesia apenas. Simplicidade só isso. Tudo sob a batuta do nosso bom Deus, criador de todas as coisas. Especialmente as mais espetaculares. Não acho que Ele do alto de Sua Sabedoria iria criar algo tão intrincado e burocratico como uma organização de almas, dando-lhes patentes, missões, promoções, premiações e castigos e destinos. Não, acho que não.
Acho que sendo as almas descoladas de nossos corpos, indo e vindo de onde e quando quiserem, explicaria a tal sensação " de javu" que todos nós temos ao menos uma vez na vida.
Acho que assim entenderiamos a saudade de algo que nunca se viu. Entenderiamos o amor a primeira vista. Ficariam claras essas incompreensiveis atrações quase obssesivas por algo que nunca experimentamos mas temos quase certeza que vai ser bom demais.
A nostalgia que as vezes toma conta de nós misturada com a incomoda sensação - nunca esclarecida - de que alguma coisa está faltando, seria finalmente entendida.
Tudo viria de nossas almas que estariam a brincar e se relacionar com outras almas por ai. A gerar as primeiras afinidades, a descobrir o amor, a experimentar tudo de tudo, e a transmitir por esse fios invisiveis com os quais se mantêm ligadas a nós, a nos passar todas essas aventuras, a nos antecipar todos os prazeres e dores - por que não? - da vida.
Pirei? Pirei. Mas que seria mais divertido, seria!
Fiquem em paz,
Jonas
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Boa noticia - pesquisa, produção e distribuição de vacinas.
Acabo de assumir um compromisso comigo e com voces meus pacientes, raros e valiosos leitores: virei aqui toda terça feira para dar boas noticias. Boas noticias para todos é óbvio. Noticias que tragam informações de medidas uteis tomadas por quem quer que seja, bastando que caminhem na direção do bem de muitos ou de preferencia na direção do bem de todos nós.
Apenas um dia por semana é pouco né? Tá bem eu confesso que estou sendo um tanto cético a respeito da possibilidade de ocorrencias boas em curtos espaços de tempo. Mas tomara que seja só ceticismo e quem sabe acabarei por descobrir que é possivel falar sobre boas noticias todos os dias.
Deixa eu começar.
Dentre as muitas e admiráveis descobertas humanas está a vacina. Umas poucas gotas podem não só nos prevenir de algum mal como pode simplesmente erradica-lo.
Vejam a vacina Sabin por exemplo. Esta vacina decretou o fim da paralisia infantil que atingia de maneira tão triste milhares de crianças no Brasil no mundo. E tem vacina contra sarampo e contra a coqueluche. E tem a vacina anti gripe para os idosos. E tem vacinas para o combate da febre amarela e tantas outras. O mundo precisa de vacinas. Sem elas a vida humana corre sério risco de contrair dezenas de doenças mortais.
E aqui está a boa noticia de hoje: Bill Gates e sua esposa Melinda anunciaram que através da sua Fundação serão doados 10 bilhões - melhor escrever todos os zeros 10.000.000.000,00 - de doláres para fins de pesquisa, produção e distribuição de vacinas para o mundo todo especialmente as regiões mais pobres.
Essas foram suas declarações ao fazerem o anuncio:
"Esta tem de ser a década das vacinas" afirmou Bill Gates no Forum de Davos e destacou " "A vacinação já salvou e melhorou milhões de vidas nos países em desenvolvimento" e "a inovação permitirá salvar mais vidas de crianças do que nunca"
Em seguida Melinda Gates acrescentou: "vacinas são um milagre, com uma pequena dose se pode prevenir para toda a vida as doenças fatais".
Segundo os especialistas, com um aumento significativo do número de vacinas distribuídas em países em vias de desenvolvimento, até alcançar uma taxa de cobertura de 90% , seria possível evitar a morte de 7,6 milhões de crianças com menos de cinco anos entre 2010 e 2020.
Desnecessário dizer qualquer coisa mais.
Fiquem em paz.
Jonas
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Beatles - parte III
O advento do album Sgt Peppers e os que o sucederam marca minha passagem para uma nova fase da vida. Mudamos para o Jardim Nossa Senhora do Carmo. E fomos ser vizinhos justo da familia da Rita.
Foi no inicio de 1968 que eu a conheci e desde então, muitos de voces sabem, não nos largamos mais. Quer dizer, nos largavamos sim. Foi um tal de terminar e recomeçar o namoro que eu perdi a conta.
Os albuns dos Beatles entram nessa historia como elementos reconciliadores do namoro. Era assim: meus albuns ficavam na casa da Rita. A gente brigava. No dia seguinte eu voltava para buscar os albuns. Desculpa. Era apenas pretexto para reconciliação.
O Album Branco - chamado de Olho de Boi dos Beatles, numa analogia filatélica a um certo tipo raro e caro de selo - foi o principal catalizador disso tudo. Era assim uma especie de abre-alas, ou salvo-conduto, nem sei bem, que eu carregava embaixo do braço pra cima e pra baixo. A capa já amarelando e toda colada com durex.
Mas é que encartadas nesse album vinham 4 fotos uma de cada um dos genios em tamanho grande e muito bem acabadas, as garotas gostavam de olha-las e eu gostava, é óbvio, de exibi-las na medida em que era - de novo- pretexto para papos e aproximações.
E foi também durante nosso namoro que eu e a Rita ouvimos no mes de abril de 1970 o anuncio do fim dessa inigualavel banda. Mas repito sempre: houve um fim fisico, um fim formal e legal, mas para mim nunca houve um fim de fato. Como eu já disse não me lembro se houve um dia na minha vida, desde aquele programa de rádio em que tudo começou, em que não me emocionei e não sonhei com um mundo de paz e amor tudo musicado ao som dos Beatles.
De novo estou com uma dificuldade enorme de escolher exemplares dessa fase para mostrar para voces. Nas publicações anteriores mostrei duas músicas em cada uma. Dessa vez não tem jeito, por mim seriam, uma 50 (!) mas venceu o bom senso e selecionei apenas quatro: She´s Leaving Home, Sexi Sadie, Good Night e o video The Long And Widing Road. Vamos lá.
She`s Leaving Home: é do antologico divisor de aguas da musica pop universal album chamado Sgt Peppers. Lennon faz o vocal de fundo. Paul faz o solo vocal e também o de fundo. Nem Ringo e nem George participam. Musicos de estudio tocam harpa e violino. A letra é uma triste observação social a respeito de uma garota que sai de casa por não ter amor.
Sexy Sadie: faz parte do Album Branco chamado simplesmente de The Beatles. John toca violão, guitarra e teclado fazendo também o vocal solo e de fundo. Paul toca o piano e vocais junto com George que toca a guitarra solo. Ringo toca bateria e pandeiro. A letra é uma acida critica de John ao comportamento do Maharishi - um guru indiano que os levou para a India - e que lá foi pego dando uma cantada em Mia Farrow. John queria que o titulo fosse " Mahrishi, o que voce fez, voce fez todo mundo de bobo", mas foi convencido por George a não pegar tão pesado.
Good Night: também do Album Branco. Exceto por Ringo que faz o vocal nenhum dos demais Beatles participam. Mesmo sendo uma composição da dupla Lennon - McCartney a musica é inteiramente executada por uma orquestra com 30 instrumentos, harpa e coral. Ela nos leva aos musicais de Hollywood da decada de 1930 e eu já lí por ai que tem muito papai beatlemaniaco que a toca para fazer seus bebes dormirem. Dá pra sacar uma certa ironia do sempre satirico Lennon.
The Long and Widing Road: do album Let It Be que viria a ser o ultimo album lançado pela banda. John toca o baixo, Paul piano e solo vocal, George guitarra solo e Ringo bateria. Billy Preston toca o teclado. Não aparecem nesse video mas foi incluida uma orquestra com 35 musicos e um coral com 14 vozes. Convido voces a notarem a tristeza no ambiente. A letra da musica que fala de abandono acrescenta um clima de partida, de separação e do fim de uma união sólida e fértil. De fato a separação da banda se deu logo após o término desse album.
Curtam meus caros. E fico feliz por ter tido a oportunidade de dividir com voces minha admiração por esta genial banda cuja criação musical é a trilha sonora da minha vida.
Fiquem em paz
Jonas
She´s Leaving Home
Sexy Sadie
Good Night
The Long and Widing Road.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Beatles - parte II
E começaram a surgir na minha vida os bailinhos de garagem ou as reuniões nas tardes de domingo nas casas dos amigos.
Eram assim: a gente ia se reunindo na casa de alguém, sem nenhuma programação. E alguem acabava por ligar o som, que chamava-se vitrola na época. Surgia uma pilha de LP´s que eram os albuns de músicas.
Não sei de onde aparecia um refrigerante ou uma outra bebida qualquer. E dentro de pouco tempo estavamos dançando. Quantos namoros começavam e terminavam assim.
E existiam também aquelas paqueras que não se tranformavam em namoro e ficavam docemente suspensas apenas em troca de olhares, algumas musicas dançadas mais agarradinhos e é claro as músicas-tema. E esse músicas tema eram de quem? Ouvi alguém dizer Beatles? Acertou.
( Pausa: exatemente nesse momento a Globo News exibe uma entrevista com Pete Best o baterista inicial dos Beatles e que foi substiuido por Ringo. É isso . Para a alegria de milhões de fãs e apreciadores da boa música o mundo permanecerá ouvindo os Beatles ainda por muitos e muitos anos.)
Por esse tempo os Beatles estavam deixando a fase de letras de musicas do tipo garoto-encontra-garota e garota-deixa-garoto. E em albuns como Revolver e Rubber Soul os Beatles passavam a mostrar ao que vieram. Entraram em uma fase de experimentações e ineditismos que iriam culminar em Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band um album que ainda hoje detem o titulo de mais importante album de rock da história da musica, ou ainda um album que leva o titulo de conceito.
Voltando às reuniões na tardes de domingo, dois locais ficaram para sempre guardados na minha lembrança: a Rua Pretoria no bairro da Vila Formosa onde eu morava em Sampa e era a rua em que morava a maioria dos meus amigos ( saudades do Luiz e do Hélvio) e a casa da minha tia Geralda na Móoca sendo que nesta última nossas reuniões eram embaladas por um compacto duplo dos Beatles onde se podia ouvir: Anna, Misery, Chains e I Saw Her Standing There. A primeira - Anna - é uma balada, e a última um rock no bom e velho estilo dos rocks.
Agora chegou a hora de escolher músicas que representem a passagem dos Beatles por essa fase que é a fase em que eles sairam da adolescencia musical e caminharam em direção da fase adulta. É dificil viu minha gente.No meio de tanta música tem algumas que são puro experimento e não são digamos assim suas musicas mais tocadas, seus sucessos mais retumbantes, talvez nem sejam as preferidas dos fãs, mas estão recheadas da qualidade que só a ousadia de quem a fez proporciona.
E foram duas dessas musicas que eu escolhi para dividir com voces. Uma chama-se The Inner Light a outra I´m The Walrus.
- The Inner Light é de George Harrison. Para mim uma música que se aproxima muito do nosso querido xaxado. Foi gravada em 1968 e está no album Beatles Rarities. John faz o vocal de fundo bem como Paul. O solo vocal é de George. E Ringo não participa. Musicos de estudio: todos os intrumentos. Reparem: todos os instrumentos. Trechos de um poema japonês de Roshi, traduzidos para o ingles por R.H. Bluth, serviram de base para a composição da letra absolutamente intrigante e introspectiva.
- I am The Walrus faz parte do album Magical Mystery Tour gravado em 1967. Lennon toca melotron e faz o vocal de fundo. Paul fica com o baixo e vocal de fundo também. George toca pandeiro e vocal de fundo e Ringo fica na bateria. Tem um coral com seis rapazes e seis moças. E os musicos de estudio tocam oito violinos, quatro violoncelos e tres trompas. Segundo criticos é a musica mais intrigante dos Beatles. Vou repetir: a musica mais intrigante. Tem uma letra non sense escrita por John e que tem frases estranhas como: sentado em sucrilho, pudim de matéria amarela, desbocada caranguejosa, sardinha de semolina entre outras.E tem mais detalhes a respeito que posso enviar para quem estiver interessado. É só pedir.
Amanhã tem mais.
Fiquem em paz.
Jonas
Aqui The Inner Light.
E aqui I Am The Walrus
Eram assim: a gente ia se reunindo na casa de alguém, sem nenhuma programação. E alguem acabava por ligar o som, que chamava-se vitrola na época. Surgia uma pilha de LP´s que eram os albuns de músicas.
Não sei de onde aparecia um refrigerante ou uma outra bebida qualquer. E dentro de pouco tempo estavamos dançando. Quantos namoros começavam e terminavam assim.
E existiam também aquelas paqueras que não se tranformavam em namoro e ficavam docemente suspensas apenas em troca de olhares, algumas musicas dançadas mais agarradinhos e é claro as músicas-tema. E esse músicas tema eram de quem? Ouvi alguém dizer Beatles? Acertou.
( Pausa: exatemente nesse momento a Globo News exibe uma entrevista com Pete Best o baterista inicial dos Beatles e que foi substiuido por Ringo. É isso . Para a alegria de milhões de fãs e apreciadores da boa música o mundo permanecerá ouvindo os Beatles ainda por muitos e muitos anos.)
Por esse tempo os Beatles estavam deixando a fase de letras de musicas do tipo garoto-encontra-garota e garota-deixa-garoto. E em albuns como Revolver e Rubber Soul os Beatles passavam a mostrar ao que vieram. Entraram em uma fase de experimentações e ineditismos que iriam culminar em Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band um album que ainda hoje detem o titulo de mais importante album de rock da história da musica, ou ainda um album que leva o titulo de conceito.
Voltando às reuniões na tardes de domingo, dois locais ficaram para sempre guardados na minha lembrança: a Rua Pretoria no bairro da Vila Formosa onde eu morava em Sampa e era a rua em que morava a maioria dos meus amigos ( saudades do Luiz e do Hélvio) e a casa da minha tia Geralda na Móoca sendo que nesta última nossas reuniões eram embaladas por um compacto duplo dos Beatles onde se podia ouvir: Anna, Misery, Chains e I Saw Her Standing There. A primeira - Anna - é uma balada, e a última um rock no bom e velho estilo dos rocks.
Agora chegou a hora de escolher músicas que representem a passagem dos Beatles por essa fase que é a fase em que eles sairam da adolescencia musical e caminharam em direção da fase adulta. É dificil viu minha gente.No meio de tanta música tem algumas que são puro experimento e não são digamos assim suas musicas mais tocadas, seus sucessos mais retumbantes, talvez nem sejam as preferidas dos fãs, mas estão recheadas da qualidade que só a ousadia de quem a fez proporciona.
E foram duas dessas musicas que eu escolhi para dividir com voces. Uma chama-se The Inner Light a outra I´m The Walrus.
- The Inner Light é de George Harrison. Para mim uma música que se aproxima muito do nosso querido xaxado. Foi gravada em 1968 e está no album Beatles Rarities. John faz o vocal de fundo bem como Paul. O solo vocal é de George. E Ringo não participa. Musicos de estudio: todos os intrumentos. Reparem: todos os instrumentos. Trechos de um poema japonês de Roshi, traduzidos para o ingles por R.H. Bluth, serviram de base para a composição da letra absolutamente intrigante e introspectiva.
- I am The Walrus faz parte do album Magical Mystery Tour gravado em 1967. Lennon toca melotron e faz o vocal de fundo. Paul fica com o baixo e vocal de fundo também. George toca pandeiro e vocal de fundo e Ringo fica na bateria. Tem um coral com seis rapazes e seis moças. E os musicos de estudio tocam oito violinos, quatro violoncelos e tres trompas. Segundo criticos é a musica mais intrigante dos Beatles. Vou repetir: a musica mais intrigante. Tem uma letra non sense escrita por John e que tem frases estranhas como: sentado em sucrilho, pudim de matéria amarela, desbocada caranguejosa, sardinha de semolina entre outras.E tem mais detalhes a respeito que posso enviar para quem estiver interessado. É só pedir.Amanhã tem mais.
Fiquem em paz.
Jonas
Aqui The Inner Light.
E aqui I Am The Walrus
sábado, 30 de janeiro de 2010
Beatles - parte I
Até agora tenho feito um certo esforço para não falar desses moços que ficaram conhecidos como os Beatles. Mas agora resolvi que vou publicar alguns textos nesta e nas proximas duas edições aqui do Saúva.
Não pretendo ser técnico muito menos me perder em elogios para a melhor banda de rock de todos os tempos ( aqui foi o primeiro elogio, não dá pra evitar, mas eu espero que seja o último). Minha intenção é apenas dar a conhecer meus sentimentos em relação aos Fab4 algo que para muitos de voces, meus raros leitores, já é bem conhecido.
Começo por dizer que foi no fim de minha infancia e começo da adolescencia que chegaram aos meus ouvidos os primeiros acordes das primeiras canções da banda e que se eternizariam em mim, e o motivo não sei explicar. Lembro que no rádio havia um programa chamado Correspondente Musical se não me engano transmitido por um certo Helio Ribeiro. O programa era assim: ele ia passando por vários paises do mundo e em cada pais ele escolhia uma musica. E a ultima escala era sempre a Inglaterra e ele então anunciava de maneira quase ufanista dizendo primeiro cada um dos nomes dos musicos e depois quase gritava The Beatles! E o meu mundo parava. Todos os sons sumiam e eu ouvia apenas She Loves You, I Wanna Hold Your Hand e muitas outras. A partir dali eu me tornaria um fã incondicional dessa banda.
Já maiorzinho eu percebia especialmente em Lennon a natureza pacifista da banda. Nas entrelinhas de suas canções, no comportamento de cada um ( para o publico externo diga-se), no exercito de fãs que crescia cada vez mais pelo mundo inteiro, tudo convergia em mim como a possibilidade da realização de um sonho que é ver o mundo reunido em torno da paz. Nunca esqueci isso. Cada música dos Beatles que eu ouço - e pelo menos uma vez por dia eu ouço ao menos uma - me leva a sonhar com isso. Mas deixemos de lado o aspecto ludico, pois sou suspeito para falar disso.
Quero mostrar para voces, em tres partes, a evolução impressionante desse genios em sua convivencia com a musica. Num espaço tão curto de tempo, não foram mais que quinze anos, eles escalaram uma montanha enorme de inspiração, de originalidade e criatividade. Foram da base ao pico - sem trocadilhos - tão meteoricamente que a impressão que tenho é que os quatro se completavam de tal forma como se um alimentasse no outro uma verdadeira usina de criação. Passearam pelas escalas musicais como quem passeia em uma calçada.
Não estou muito certo que seja apenas dom. Não acho que eles tenham sido apenas bons musicos e bons compositores. Acho que havia muito amor entre eles pois só o amor poderia levar a tanta hamonia musical a tantas descobertas que ficarão para sempre marcadas na historia da musica universal.
Em Sampa, na Avenida Celso Garcia, bairro do Brás, havia um cinema chamado Universo. E foi lá que assisti junto com mais tres amigos ( sim a gente andava em grupos de quatro ) ao filme que aqui no Brasil ficou conhecido como Os Reis do Ieieié. A Celso Garcia foi bloqueada para o transito de automoveis. A rua foi tomada pela multidão de adolescentes. Dentro do cinema eu nem conseguia ouvir as musicas do filme. Mas e dai? Eu sentia! Eu sentia cada um dos acordes. Com os olhos pregados na tela, eu olhava para os Beatles como se olha para os irmãos mais velhos que moram lá longe. E eles vieram me visitar.
O que é dificil aqui é escolher as musicas que simbolizem mais fortemente aquela época. Então escolhi as duas que coloco ai embaixo. Pela sonoridade vocês perceberão os pouquissimos recursos técnicos disponiveis naquele tempo. Mesmo assim essas musicas ainda são vendidas e ouvidas pelo mundo inteiro, e são remasterizadas, regravadas, reinventadas. Tudo isso é mágico.
O que é dificil aqui é escolher as musicas que simbolizem mais fortemente aquela época. Então escolhi as duas que coloco ai embaixo. Pela sonoridade vocês perceberão os pouquissimos recursos técnicos disponiveis naquele tempo. Mesmo assim essas musicas ainda são vendidas e ouvidas pelo mundo inteiro, e são remasterizadas, regravadas, reinventadas. Tudo isso é mágico.
A primeira é A Hard Day´s Night.A guitarra base e o vocal solo é de John. Paul toca o baixo e faz vocal em harmonia. A guitarra solo fica por conta de George e na bateria Ringo. E inclui George Martin no piano.É a musica de abertura do filme que assisti no Cine Universo.
Depois tem And I Love Her. Que é do mesmo filme. John toca violão. Paul violão e vocal solo. George cuida das claves e violão também e quem cuida da bateria é Ringo. Essa balada de Paul tornou-se um standard internacional gravada por inumeros artistas.
Curtam, amanhã eu volto.
Fiquem em paz.
Jonas
Aqui A Hard Day´s Night:
E aqui And I Love Her.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Pepsi e Agencia de Empregos
Recomenda-se muito que para alguém ser completamente feliz precisa fazer aquilo que gosta. E não tem nada mais desagradavel que voce ouvir uma pessoa choramingando pelo emprego que tem. Vejam por exemplo esse cara ai embaixo.
E acredito que todo mundo se lembra do Poderoso Chefão não é? E aquele jeitão todo peculiar dele ao pedir que alguém faça o que ele quer. Em cima disso a Pepsi bolou esse comercial.
As vezes não econtramos palavras que traduzam exatamente nossa sensação ao ver algo que gostamos, e que achamos genial. E é um tal de dizer oooh! vixi maria! etc.. e até palavrões. Tem gente que usa certos palavrões pra exaltar, pra elogiar. Me deu vontade de fazer isso aqui também mas não dá para dizer um palavrãozão daqueles.
Então eu digo: esse video da Pepsi ficou...... du apendice cilindrico!!!
Fiquem em paz,
Jonas
E acredito que todo mundo se lembra do Poderoso Chefão não é? E aquele jeitão todo peculiar dele ao pedir que alguém faça o que ele quer. Em cima disso a Pepsi bolou esse comercial.
As vezes não econtramos palavras que traduzam exatamente nossa sensação ao ver algo que gostamos, e que achamos genial. E é um tal de dizer oooh! vixi maria! etc.. e até palavrões. Tem gente que usa certos palavrões pra exaltar, pra elogiar. Me deu vontade de fazer isso aqui também mas não dá para dizer um palavrãozão daqueles.
Então eu digo: esse video da Pepsi ficou...... du apendice cilindrico!!!
Fiquem em paz,
Jonas
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Palavra final
Queria a palavra final. Queria o apocalipse.
O fim. E nada mais.
Não queria traduzir. Adivinhar. Pensar. Comparar.
Não queria traduzir. Adivinhar. Pensar. Comparar.
Queria parar.
Erro demais. Sofro mais ainda.
Erro demais. Sofro mais ainda.
Espero e me frustro. Espio e choro.
Dou amor. Dou atenção. Dou zelo. Fibra por fibra.
Dou amor. Dou atenção. Dou zelo. Fibra por fibra.
É tudo um aborto. Incerto. Disforme. Irreal.
Só no meu imaginário. Não existe.Titubeio. Estremeço.
Perco o compasso. E caio. Sangro.
Fonte inesgotável. Hemorragia que não mata.
Fonte inesgotável. Hemorragia que não mata.
Não seca. Funda. Profunda. Sem fundo.
Tudo intocado. Tudo imaculado. Desde o inicio.
Tudo intocado. Tudo imaculado. Desde o inicio.
Nunca soube prazer.Não viveu. Nem morreu. Não sente. Não vê.
Virgem para o holocausto. Sacerdote que não vem.
Virgem para o holocausto. Sacerdote que não vem.
Sem carrasco. Sem prece.
Espera inútil. Tempo sem fim.
Espera inútil. Tempo sem fim.
Não passa. Nem me deixa passar.
Me perco. Não volto. Não vou. Nunca fui.
Me perco. Não volto. Não vou. Nunca fui.
Principio, mas sem meio. Fim mas sem começo.
É nada.
Jonas
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
palavras - borboletas
De todas as propriedades das palavras a que mais me intriga são suas nuances.
Eu as escrevo de um jeito e elas poderão ser entendidas de tantos jeitos quantas forem as vezes em que serão lidas.
As palavras são como as borboletas, frágeis ao vento, tropegas. Mas como encantam!
Fiquem em paz
Jonas
Cuidar da individualidade
Vivemos tempos racionais demais. Tempos globais demais. Tempos em que importam as redes - de qualquer coisa. E somos convidados a viver em organizações, instituições, agremiações, sindicatos, ONGS, partidos, torcidas, grupos, não importando bem o titulo mas sim que signifique estar unido em torno de um pensamento único, ou se preferirem de um pensamento global.
Já não lemos mais que a loja de calçados da esquina faturou uns quantos mil no ano que passou, com os seus cinco ou seis funcionários os quais conhecemos. Agora ficamos sabendo que o comercio de calçados no pais todo faturou numeros que nos impressionam e nos fazem pensar que o dono da loja da esquina está milionário.
Não temos mais muita certeza se aquele sorvete do qual gostamos pra caramba ainda é fabricado por aquele tal fabricante. As vezes descobrimos que o fabricante do nosso sorvete faz também creme dental, acessórios para automoveis e é um grande plantador mundial de papoulas.
Não sabemos exatamente o que significa uma taxa de 10% de desemprego e muito menos sabemos a razão de tanto sobe e desce das bolsas de valores do mundo todo que, na TV, fazem questão de nos informar todos os dias.
E pela chamada rede mundial de computadores recebemos tanta, mas tanta informação que nem sabemos o que fazer dela.
E todos, ou quase todos, reclamamos de solidão. De um jeito ou de outro muitos de nós se isolam em seus mundos, receosos de expor seu bem mais precioso: sua individualidade.
Dado que tudo é universal, nós - ou ao menos eu - nos constrangemos diante do gigantismo que aparentemente a grande massa humana realiza lá fora. E pode ser que surja o medo de ser único.
O problema é que quando abandonamos nossa individualidade junto vão nossa originalidade e nossa criatividade. E perdendo isso acabamos por perder a felicidade da satisfação pessoal, da realização em muitas dimensões da vida.
Dirão alguns que agora melhorou e que em razão da globalização sabemos de mais coisas e por isso temos mais opções nas nossas escolhas. E não é errado pensar assim.
Mas não consigo entender muito bem por que o tenis que eu uso é igual ao anunciado pelo maior jogador de basquete lá dos States - país onde nunca pisei - e por que no meu site de relacionamentos eu me comunico com gente do leste e do oeste e do norte e do sul, sendo não sei sequer o nome do meu vizinho e muito menos sei o nome do padeiro de quem eu compro pão fresquinho todas as manhãs....
Fiquem em paz
Jonas
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Outros mundos legais
Mais otimas ideias do pessoal da Absolut.
Uma guerra assim até que seria legal, não???
Ou então que tal imaginar que a genialidade humana um dia nos fará dançar sob o sol a meia noite?
Qual voce escolhe?
Fiquem em paz
Jonas
Uma guerra assim até que seria legal, não???
Ou então que tal imaginar que a genialidade humana um dia nos fará dançar sob o sol a meia noite?
Qual voce escolhe?
Fiquem em paz
Jonas
domingo, 24 de janeiro de 2010
Manchetes da Folha
Essas são as manchetes da Folha de São Paulo de 23 e 24 de janeiro de 2010. Se fossemos pontuais poderiamos nos prender apenas a elas e sobre elas discorrer muitos comentários e tomar partido de partidos e discutir sobre os rumos das proximas eleições.
Mas não se trata apenas disso. É preciso pensar no global. Pensar nas razões de por que as coisas são do jeito que são.
E essas manchetes podem nos dar as respostas das perguntas que muitos de nós fazemos quando buscamos entender o que se passsa em nossa sociedade, em nosso país. Ou melhor ainda essas manchetes podem ser a tradução das atitudes equivocadas
Desde muitos anos atrás nosso país tem experimentado descaso pela educação. Por razões inexplicaveis toda nossa sociedade tem dado pouca ou nenhuma valia a educação.
Não falo apenas da educação formal dos curriculos escolares que já é bastante ineficiente falo da educação que estimula e fortalece aqueles valores deixados para trás no caminho de uma corrida insana em direção ao abandono de uma sociedade preocupada com seus cidadãos.
Precisamos discutir um novo modelo de sociedade ou quem sabe resgastarmos o modelo abandonado.
Precisamos urgentemente dar mais valor aos individuos, preocuparmo-nos menos com números e resultados estatiscos. Um país definitivamente não se constrói com números e recordes do que quer que seja.
Um país se constrói antes de tudo com amor. Com dedicação, zelo e respeito mutúos.
Torçamos meus amigos para que num futuro tomara que não muito distante possamos ler manchetes que nos informem que professores receberam premios por sua competencia e que policiais combateram o crime e não se uniram a ele.
Fiquem em paz
Jonas
sábado, 23 de janeiro de 2010
Geladeirão
Eventos como esse acontecem cada vez mais. Tomara que eu esteja por perto quando acontecer algum.
E daí tem esse comercial da Heineken que esta sendo exibido atualmente. E é muito bom
Então muita gente pergunta como será que montaram aquele geladeirão de cerveja. Aí embaixo tem a resposta. Não foi assim uma moleza, mas que foi criativo isso foi.
Complicado mesmo foi transportar o container. Vejam só:
Fiquem em paz.
Jonas
E daí tem esse comercial da Heineken que esta sendo exibido atualmente. E é muito bom
Então muita gente pergunta como será que montaram aquele geladeirão de cerveja. Aí embaixo tem a resposta. Não foi assim uma moleza, mas que foi criativo isso foi.
Complicado mesmo foi transportar o container. Vejam só:
Fiquem em paz.
Jonas
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Para onde foram Zilda e Deus?
Quando acontecem tragédias tão gigantescas como o terremoto do Haiti ou as enchentes aqui pelo Brasil e que representam perdas de vidas valiosíssimas, ou mesmo quando nas tragédias pessoais, quando nossos amores são vitimas de violência, quando nossos semelhantes se agridem entre si e sem razão, é comum nos perguntarmos se Deus existe.
Duvidamos mesmo da existência e da presença de um Deus a respeito do qual aprendemos que é dele que nos vem as proteções, as graças e bênçãos.
Onde está Deus? Que Deus é esse que permite que tantas vidas sejam ceifadas tão estupidamente?
Esta última tragédia - a do Haiti - e que nos levou Zilda Arns, tem um simbolismo que talvez possa nos dar a resposta consoladora para esse nossa aflição e essa sensação de orfandade divina.
Zilda Arns propôs dedicar sua vida de maneira singela, doce, a cuidar da vida de nossas crianças pobres com mães idem.
Debruçou-se primeiro sobre as vilas e favelas do Paraná e em seguida nas de todo o Brasil e na medida em que seus sonhos e projetos se agigantavam não desanimou. Não sei, sei lá se alguém sabe, se ela tinha idéia do tamanho real da miséria, da pobreza no Brasil e no mundo.
Mas o seu trabalho foi atingindo proporções que pode ser que ela nem esperasse. Pode ser que suas contas iniciais sobre quantas vidas salvar tenham sido superadas de longe. Mas a dra Zilda continuou firme diante de um trabalho de proporções que só no Brasil chega perto de dar assistência à 2.000.000 de crianças. Não é pouco.
E suas mãos, seu intelecto, sua disponibilidade passaram a ser exigidos em outros países. Já com renome internacional não havia mais como evitar os chamados dos miseráveis do mundo todo.
É de se imaginar que dra Zilda já pudesse contratar representantes, profissionais gabaritados e de sua confiança que pudessem ir em seu lugar para divulgar e implantar a simplicidade de seu trabalho em prol do resgate da vida de tantos pequeninos.
Mas não. Dra Zilda em pessoa deslocava-se indo ao encontro dos que precisavam ouvir suas lições, sua orientações.
Detalhe: ninguém, nem mesmo sua família, sabia que por esses dias terríveis ela estava no Haiti. Deslocou-se em silencio indo ao encontro dos que precisavam dela.
Quem sabe dra Zilda descobriu Deus para nós. Quem sabe não nos cabe mais perguntar, exigir, clamar, reclamar a presença de Deus em nossas vidas. Quem sabe a presença de Deus em nós já está manifestada quando nos dedicamos a fazer o bem. Quem sabe a tarefa de realizar pequenos milagres para todos é nossa e não de Deus ou de outra pessoa
Quem sabe se nós não estamos tão acostumados e assim como achamos que podemos atribuir a Deus o pesadíssimo fardo de nos cuidar e de nos guiar, também não vivemos esperando que outros também façam o mesmo, e se não fazem dizemos que não existem.
Cada um de nós deve fazer! Não somos Zildas, Gandhis, Luther Kings, Lennons, mas podemos cada um do seu jeito, seja com palavras ou com gestos realizar pequenos milagres para os outros. Mas é preciso deixar a passividade de lado. É preciso assumir responsabilidades e deixar de esperar que os outros façam.
E nos perguntarmos: e eu faço o sol brilhar? E eu faço o bem? E eu mostro a presença de Deus na vida de alguém? E eu vou ao encontro do brilho do sol? Ou fico do lado escuro da vida em silencio e esperando que me façam o favor de clareá-lo? Será que eu corro atrás do amor? Ou fico esperando que ele chegue até mim?
E se fizermos isso tudo aí sim, e só assim, poderemos acreditar na inspiração divina e por ela darmos graças.
Fiquem em paz,
Jonas
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Apenas por seus olhos
Busco uma espelho que não me reflita.
Pra que tanta iluminação?
Eu quero o escuro
O silencio. Quero o meu sonho.
De onde vem todo o entendimento?
E quem precisa dele?
Em que franja do tempo eu me perdi?
Eu não devia estar aqui.
Eu não devia ter chegado até aqui.
Devia ter sido um andarilho.
Me livrar desse travo amargo
Sentir a lingua suave
Meus cativos, meu cativeiro
Apenas por seus olhos, apenas por seus amores
Eu me rendo...
Fiquem em paz,
Jonas
Pra que tanta iluminação?
Eu quero o escuro
O silencio. Quero o meu sonho.
De onde vem todo o entendimento?
E quem precisa dele?
Em que franja do tempo eu me perdi?
Eu não devia estar aqui.
Eu não devia ter chegado até aqui.
Devia ter sido um andarilho.
Me livrar desse travo amargo
Sentir a lingua suave
Meus cativos, meu cativeiro
Apenas por seus olhos, apenas por seus amores
Eu me rendo...
Fiquem em paz,
Jonas
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Rato e vodka
A Vodka Aboslut está fazendo uma campanha cujo mote é " o mundo Absolut" e tem lançado um série de comerciais e entre eles destaquei esse que está ai embaixo e que diz o seguinte:" no mundo Absolut o dinheiro será trocado por gestos de gentileza."
A música é A Kiss To Build A Dream On e quem canta é Louis Armstrong.
E tem esse outro video bem bacana e que parece estar linha da enxurrada das recomendações para que tenhamos pensamento positivo, perseverança e outros que tais e nesse assunto o autor dá de 10.
Parece a propaganda de um queijo mas não é. É de um cara chamado John Nolan e que trabalha com animações eletronicas e a estrela aqui é um rato-robo.
Fiquem em paz
Jonas
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