quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Palavra final

Queria a palavra final. Queria o apocalipse.
O fim. E nada mais.

Não queria traduzir. Adivinhar. Pensar. Comparar.
Queria parar.

Erro demais. Sofro mais ainda.
Espero e me frustro. Espio e choro.

Dou amor. Dou atenção. Dou zelo. Fibra por fibra.
É tudo um aborto. Incerto. Disforme. Irreal.

Só no meu imaginário. Não existe.Titubeio. Estremeço.
Perco o compasso. E caio. Sangro.

Fonte inesgotável. Hemorragia que não mata.
Não seca. Funda. Profunda. Sem fundo.

Tudo intocado. Tudo imaculado. Desde o inicio.
Nunca soube prazer.Não viveu. Nem morreu. Não sente. Não vê.

Virgem para o holocausto. Sacerdote que não vem.
Sem carrasco. Sem prece.

Espera inútil. Tempo sem fim.
Não passa. Nem me deixa passar.

Me perco. Não volto. Não vou. Nunca fui.
Principio, mas sem meio. Fim mas sem começo.

É nada.


Jonas

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

palavras - borboletas

De todas as propriedades das palavras a que mais me intriga são suas nuances.

Eu as escrevo de um jeito e elas poderão ser entendidas de tantos jeitos quantas forem as vezes em que serão lidas.

As palavras são como as borboletas, frágeis ao vento, tropegas. Mas como encantam!

Fiquem em paz

Jonas

Cuidar da individualidade

Vivemos tempos racionais demais. Tempos globais demais. Tempos em que importam as redes - de qualquer coisa. E somos convidados a viver em organizações, instituições, agremiações, sindicatos, ONGS, partidos, torcidas, grupos, não importando bem o titulo mas sim que signifique estar unido em torno de um pensamento único, ou se preferirem de um pensamento global.

Já não lemos mais que a loja de calçados da esquina faturou uns quantos mil no ano que passou, com os seus cinco ou seis funcionários os quais conhecemos. Agora ficamos sabendo que o comercio de calçados no pais todo faturou numeros que nos impressionam e nos fazem pensar que o dono da loja da esquina está milionário.

Não temos mais muita certeza se aquele sorvete do qual gostamos pra caramba ainda é fabricado por aquele tal fabricante. As vezes descobrimos que o fabricante do nosso sorvete faz também creme dental, acessórios para automoveis e é um grande plantador mundial de papoulas.

Não sabemos exatamente o que significa uma taxa de 10% de desemprego e muito menos sabemos a razão de tanto sobe e desce das bolsas de valores do mundo todo que, na TV, fazem questão de nos informar todos os dias.

E pela chamada rede mundial de computadores recebemos tanta, mas tanta informação que nem sabemos o que fazer dela.

E todos, ou quase todos, reclamamos de solidão. De um jeito ou de outro muitos de nós se isolam em seus mundos, receosos de expor seu bem mais precioso: sua individualidade.

Dado que tudo é universal, nós - ou ao menos eu - nos constrangemos diante do gigantismo que aparentemente a grande massa humana realiza lá fora. E pode ser que surja o medo de ser único.

O problema é que quando abandonamos nossa individualidade junto vão nossa originalidade e nossa criatividade. E perdendo isso acabamos por perder a felicidade da satisfação pessoal, da realização em muitas dimensões da vida.

Dirão alguns que agora melhorou e que em razão da globalização sabemos de mais coisas e por isso temos mais opções nas nossas escolhas. E não é errado pensar assim.

Mas não consigo entender muito bem por que o tenis que eu uso é igual ao anunciado pelo maior jogador de basquete lá dos States - país onde nunca pisei  - e por que no meu site de relacionamentos eu me comunico com gente do leste e do oeste e do norte e do sul, sendo não sei sequer o nome do meu vizinho e muito menos sei  o nome do padeiro de quem eu compro pão fresquinho todas as manhãs....

Fiquem em paz

Jonas

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Outros mundos legais

Mais otimas ideias do pessoal da Absolut.

Uma guerra assim até que seria legal, não???




Ou então que tal imaginar que a genialidade humana um dia nos fará dançar sob o sol a meia noite?



Qual voce escolhe?

Fiquem em paz

Jonas

domingo, 24 de janeiro de 2010

Manchetes da Folha






Essas são as manchetes da Folha de São Paulo de 23 e 24 de janeiro de 2010. Se fossemos pontuais poderiamos nos prender apenas a elas e sobre elas discorrer muitos comentários e tomar partido de partidos e discutir sobre os rumos das proximas eleições.

Mas não se trata apenas disso. É preciso pensar no global. Pensar nas razões de por que as coisas são do jeito que são.

E essas manchetes podem nos dar as respostas das perguntas que muitos de nós fazemos quando buscamos entender o que se passsa em nossa sociedade, em nosso país. Ou melhor ainda essas manchetes podem ser a tradução das atitudes equivocadas

Desde muitos anos atrás nosso país tem experimentado descaso pela educação. Por razões inexplicaveis toda  nossa sociedade tem dado pouca ou nenhuma valia a educação.

Não falo apenas da educação formal dos curriculos escolares que já é bastante ineficiente falo da educação que estimula e fortalece aqueles valores deixados para trás no caminho de uma corrida insana em direção ao abandono de uma sociedade preocupada com seus cidadãos.

Precisamos discutir um novo modelo de sociedade ou quem sabe resgastarmos o modelo abandonado.

Precisamos urgentemente dar mais valor aos individuos, preocuparmo-nos menos com números e resultados estatiscos. Um país definitivamente não se constrói com números e recordes do que quer que seja.

Um país se constrói antes de tudo com amor. Com dedicação, zelo e respeito mutúos.

Torçamos meus amigos para que num futuro tomara que não muito distante possamos ler manchetes que nos informem que professores receberam premios por sua competencia e que policiais combateram o crime e não se uniram a ele.

Fiquem em paz

Jonas

sábado, 23 de janeiro de 2010

Geladeirão

Eventos como esse acontecem cada vez mais. Tomara que eu esteja por perto quando acontecer algum.



E daí tem esse comercial da Heineken que esta sendo exibido atualmente. E é muito bom



Então muita gente pergunta como será que montaram aquele geladeirão de cerveja. Aí embaixo tem a resposta. Não foi assim uma moleza, mas que foi criativo isso foi.




Complicado mesmo foi transportar o container. Vejam só:



Fiquem em paz.

Jonas

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Para onde foram Zilda e Deus?

Quando acontecem tragédias tão gigantescas como o terremoto do Haiti ou as enchentes aqui pelo Brasil e que representam perdas de vidas valiosíssimas, ou mesmo quando nas tragédias pessoais, quando nossos amores são vitimas de violência, quando nossos semelhantes se agridem entre si e sem razão, é comum nos perguntarmos se Deus existe.

Duvidamos mesmo da existência e da presença de um Deus a respeito do qual aprendemos que é dele que nos vem as proteções, as graças e bênçãos.

Onde está Deus? Que Deus é esse que permite que tantas vidas sejam ceifadas tão estupidamente?

Esta última tragédia - a do Haiti - e que nos levou Zilda Arns, tem um simbolismo que talvez possa nos dar a resposta consoladora para esse nossa aflição e essa sensação de orfandade divina.

Zilda Arns propôs dedicar sua vida de maneira singela, doce, a cuidar da vida de nossas crianças pobres com mães idem.

Debruçou-se primeiro sobre as vilas e favelas do Paraná e em seguida nas de todo o Brasil e na medida em que seus sonhos e projetos se agigantavam não desanimou. Não sei, sei lá se alguém sabe, se ela tinha idéia do tamanho real da miséria, da pobreza no Brasil e no mundo.

Mas o seu trabalho foi atingindo proporções que pode ser que ela nem esperasse. Pode ser que suas contas iniciais sobre quantas vidas salvar tenham sido superadas de longe. Mas a dra Zilda continuou firme diante de um trabalho de proporções que só no Brasil chega perto de dar assistência à 2.000.000 de crianças. Não é pouco.

E suas mãos, seu intelecto, sua disponibilidade passaram a ser exigidos em outros países. Já com renome internacional não havia mais como evitar os chamados dos miseráveis do mundo todo.

É de se imaginar que dra Zilda já pudesse contratar representantes, profissionais gabaritados e de sua confiança que pudessem ir em seu lugar para divulgar e implantar a simplicidade de seu trabalho em prol do resgate da vida de tantos pequeninos.

Mas não. Dra Zilda em pessoa deslocava-se indo ao encontro dos que precisavam ouvir suas lições, sua orientações.

Detalhe: ninguém, nem mesmo sua família, sabia que por esses dias terríveis ela estava no Haiti. Deslocou-se em silencio indo ao encontro dos que precisavam dela.

Quem sabe dra Zilda descobriu Deus para nós. Quem sabe não nos cabe mais perguntar, exigir, clamar, reclamar a presença de Deus em nossas vidas. Quem sabe a presença de Deus em nós já está manifestada quando nos dedicamos a fazer o bem. Quem sabe a tarefa de realizar pequenos milagres para todos é nossa e não de Deus ou de outra pessoa

Quem sabe se nós não estamos tão acostumados e assim como achamos que podemos atribuir a Deus o pesadíssimo fardo de nos cuidar e de nos guiar, também não vivemos esperando que outros também façam o mesmo, e se não fazem dizemos que não existem.

Cada um de nós deve fazer! Não somos Zildas, Gandhis, Luther Kings, Lennons, mas podemos cada um do seu jeito, seja com palavras ou com gestos realizar pequenos milagres para os outros. Mas é preciso deixar a passividade de lado. É preciso assumir responsabilidades e deixar de esperar que os outros façam.

E nos perguntarmos: e eu faço o sol brilhar? E eu faço o bem? E eu mostro a presença de Deus na vida de alguém? E eu vou ao encontro do brilho do sol? Ou fico do lado escuro da vida em silencio e esperando que me façam o favor de clareá-lo? Será que eu corro atrás do amor? Ou fico esperando que ele chegue até mim?

E se fizermos isso tudo aí sim, e só assim, poderemos acreditar na inspiração divina e por ela darmos graças.

Fiquem em paz,

Jonas

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Apenas por seus olhos

Busco uma espelho que não me reflita.
Pra que tanta iluminação?
Eu quero o escuro
O silencio. Quero o meu sonho.
De onde vem todo o entendimento?
E quem precisa dele?
Em que franja do tempo eu me perdi?
Eu não devia estar aqui.
Eu não devia ter chegado até aqui.
Devia ter sido um andarilho.
Me livrar desse travo amargo
Sentir a lingua suave

Meus cativos, meu cativeiro
Apenas por seus olhos, apenas por seus amores
Eu me rendo...

Fiquem em paz,

Jonas

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Rato e vodka

A Vodka Aboslut está fazendo uma campanha cujo mote é " o mundo Absolut" e tem lançado um série de comerciais e entre eles destaquei esse que está ai embaixo e que diz o seguinte:" no mundo Absolut o dinheiro será trocado por gestos de gentileza."

A música é A Kiss To Build A Dream On e quem canta é Louis Armstrong.




E tem esse outro video bem bacana e que parece estar linha da enxurrada das recomendações para que tenhamos pensamento positivo, perseverança e outros que tais e nesse assunto o autor dá de 10.

Parece a propaganda de um queijo mas não é. É de um cara chamado John Nolan e que trabalha com animações eletronicas e a estrela aqui é um rato-robo.



Fiquem em paz

Jonas

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Sensatez?

A qualquer hora me rodeará um sensato e me dirá - cale-se! Não há nenhuma sensatez no que voce diz e no que voce faz!

E eu o mandarei para o inferno.

Sai daqui maldito morno!! Sai daqui miseravel covarde!!

Quando eu sentiria a embriaguez do amor, se eu fosse sensato??

Quando eu me encantaria com a magica da descoberta por avançar sobre o desconhecido, se eu agisse com sensatez??

Quando - em nome da sensatez - eu me arrepiaria com o medo do vão seguinte??

Ahh os sensatos!

Não sabem nada dos prazeres da loucura, não deixam as taças transbordarem para delas beberem sofregos!

Não despertam antes de todos para não ouvirem o silencio da madrugada! E nem assistirem o sol beijar a lua.

Nada fazem em demasia e nada fazem de menos. Acham que tudo tem boa medida.

Não sabem que de tudo sempre cabe mais em tudo.

Equilibram-se na sanidade fantasiosa dos que tem certeza de tudo.

Moluscos, aninham-se na segurança de suas conchas que arrastam pela vida afora com medo do sol sobre a pele, com medo da chuva e da terra molhada sob seus pés.

Nem desconfiam que basta pisar a esquerda ou a direita do fio de suas mediocres existencias, para descobrirem que podem viajar em estradas largas cujos horizontes não se alcançam jamais.

Fiquem em paz.

Jonas

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Data Sauva divulga resultado da pesquisa

Divulgo os resultado da pesquisa lançada em 07/01/10 cuja pergunta era como evitar manchas de molho na roupa.

Resultados:

Parar de usar roupa branca     08%
Guardanapos-camisa escuros  00%
Levar muda de roupa              21%
Molho em copo                      52%
Deixar que tudo aconteça        17%

A saida preferida é, portanto, pedir que se sirva o molho separadamente, em copo, e bebe-lo com segurança e tranquilidade.

Agradeço a participação e aguardem reclamações do dono da lavanderia pela queda do movimento.

Fiquem em paz

Jonas

domingo, 17 de janeiro de 2010

Chorinho especial

Renato Russo, que dispensa apresentações, era um apreciador e um perfeccionista da música. Russo era um apaixonado por Beatles, seus contemporaneos e musica erudita também. E entre suas preferencias musicais estava também o chorinho.

Ele idealizou um projeto que não chegou a ser realizado e que consistia em fazer arranjos de músicas dos Beatles em ritimo de chorinho.

E para quem não conhece chorinho saiba que trata-se de um ritmo que mistura danças de salão européias  e  música portuguesa com influencia africana. Como choro só começou a fazer sucesso la pelo meio do séxulo XX, importado por danças de salão num periodo em que devido à abolição da escravidão comerciantes e funcionários publicos de origem negra passaram a se interessar por esse  tipo de música.

Voltemos ao projeto de Russo.Quem acabou realizando o projeto foi um cavaquinista chamado Henrique Cazes que convidou feras instumentistas e tocadores de choro: Carlos Malta, Omar Cavalheiro, Alceu Reis, Paulo Sergio Santos, Rildo Hora, entre outros. São 4 cd´s gravados entre 2002 e 2005.


Para mostrar um dos trabalhos para voces eu escolhi uma música que para mim é que ficou com mais cara de chorinho e chama-se When I´m Sixty Four. Caso você goste eu selecionei mais meia duzia de musicas que podem ser escolhidas na janela mais abaixo. Clique sobre o titulo desejado e você será direcionado para meu arquivo virtual. Lá você pode ouvir e também fazer download para seu PC.

Fiquem em paz e a vontade. Divirtam-se.

Jonas

When I´m Sixty Four






sábado, 16 de janeiro de 2010

Futebol musicado

A Umbro em conjunto com uma banda inglesa - aliás dizer que uma banda é inglesa é redundancia - chamada Kasabian lançou um Guitar Hero diferente. Esse é pra jogar chutando bola.

Então eles fizeram as projeções do jogo numa parede e rechearam de toda a parafernália necessária para divertir a moçada. E deu no que deu.

Vejam no video abaixo que o pessoal na primeira tentativa é um fiasco total. Mas já na segunda eles evoluem muito. E no video não é mostrada a terceira tentativa mas se ela houve desconfio que foi uns 100% de sucesso.

E se algum de voces é metaleiro e é chegado numa pelada aguardem , não a próxima Playboy, mas o lançamento definitivo do jogo.



Fiquem em paz.

Jonas

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Coca Cola e a máquina da felicidade.

Essa é bem bacana.

A Coca Cola instalou no campus de uma universidade - que ela não quer revelar - um vending machine diferente. É uma máquina que distribui felicidade em doses.

E divertido ver a cara de alegria do pessoal diante de uma máquina tão generosa e simpática.

Curtam!

Fiquem em paz,

Jonas

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Aos amigos

Todos nós recebemos diariamente e-mails de pessoas conhecidas ou não com diversas mensagens, correntes, conselhos, etc... Alguns até que são bacanas outros nem compensa serem abertos.

Um dia recebi um cujo titulo referia-se aos amigos ou coisa assim, fiquei curioso e abri.

No texto estava dito que o bom mesmo eram os vários, centenas sei lá, de amigos virtuais que o remetente tinha. E que esses amigos eram todos iguais. E que deles recebia mensagens lindas e para eles as enviava também, não importanto idade, sexo, crenças politicas e religiosas, e que mutuamente se consolavam ou riam ou choravam a partir das mesmissimas mensagens, e ia por ai afora.

Epa! Tem algo errado aqui disse eu para os meus atentos botões. Aquele remetente e talvez outros milhares do ciberespaço está colaborando para o fim da individualidade, e não quero nem falar de criatividade, fiquemos só na massificação, e no perigoso pensamento unico.

E a respeito de alguns de voces, meus pouquissimos e pacientissimos leitores,  eu sei muita coisa de outros nem tanto e de poucos nada sei, mas faço questão de trata-los como unicos, cada um de voces.  Essa deve ser a razão de que quando pensei em lançar o Saúva não me passou pela cabeça manter apenas uma linha de publicações: só piadas, só cronicas, só criticas, só musicas... Pensei mesmo nessa pequena salada quase completa que é o Sauva e através dele eu tento alcançar a individualidade de voces.

E isso é muito sério. Tem momentos que eu vejo ou um ou outro de voces nos meu textos, as vezes eu imagino que uma música vai agradar algum de voces de uma maneira especial, e é assim que eu tenho feito. Já coloquei ou tirei palavras que eu imaginei serem ou não adequadas a pelo menos um de voces.

Estou dizendo um monte de obviedades é claro e me perdoem por tomar o tempo de vocês com essas ululancias oceanicas, mas na verdade é tudo um gancho para eu dizer e mostrar uma coisa.

Muitos de voces, meus raros, talvez todos, saibam que aqui de minha janela eu avisto o sol nascendo. E tenho feito uma coleção de fotos, eu fotografo quase todos os dias, por que cada amanhecer que chega me parece mais bonito que o anterior, a emoção vem inevitável.

E olhando algumas dessas fotos - coisa que eu peço que voces façam também agora no video que montei e está ai embaixo- percebe-se que apesar de ser a mesma paisagem, apesar de ser o mesmo sol, apesar de ser a mesma hora, cada amanhecer tem beleza própria, tem cor propria e por que não? cada um me inspira uma oração diferente.

Cada foto dessas pode ser um de voces. Pois é assim que voces são, cada um com luz própria, cada um com sua beleza única, e cada um a me inspirar algo diferente todos os dias.

E peço que continuemos assim, unicos e irrepetiveis, personalizados a fim de que não seja perdida a capacidade cada um de nós tem de transformar o mundo, cada um a seu jeito.

No video a musica é Bridge Over Troubled Water composta por Paul Simon e um dos maiores sucessos da dupla Simon Garfunkel e é também um verdadeiro hino a amizade.

Aqui ela é cantada por Johnny Cash que gravou-a em dueto com Fiona Apple, sendo incluída no álbum American IV: The Man Comes Around (2002).

Fiquem em paz.

Jonas