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terça-feira, 8 de maio de 2012

Veja agora pode ser a bola da vez na CPI

Via Balaio do Kotscho

Agora não tem mais jeito, não dá mais para esconder. A CPI, que começou com o nome de Cachoeira (por que não Demóstenes?) e ameaçou virar CPI da Delta, pode tomar um novo rumo, investigando pela primeira vez, além de corruptos e corruptores, atividades nebulosas de setores da imprensa brasileira.

Ao terminar de assistir à demolidora reportagem sobre as íntimas relações entre Cachoeira, a Delta e a maior revista semanal do país, exibida na noite deste domingo, no programa Domingo Espetacular, da TV Record, não tenho mais dúvidas: a "Veja" agora pode ser a bola da vez da CPI.

A CPI do Cachoeira é também a CPI da Veja

Via Carta Maior


Faltam as escutas entre Veja e a quadrilha



Na edição desta semana a revista VEJA atreve-se a insultar seus próprios leitores com a pergunta cínica estampada numa chamada de capa: “Como Demóstenes enganou tantos por tanto tempo”. Bastaria folhear o longo histórico de suas perorações contra a esquerda, o Estado, a democracia participativa, a cidadania engajada, o pensamento crítico, bem como a demonização de lideranças, idéias e projetos progressistas para obter a resposta à pergunta em suas próprias páginas.

sábado, 5 de maio de 2012

Dez semanas depois de Cachoeira preso, Veja coloca cascata na capa

Via Amigos do Presidente Lula

A revista Veja faz, literalmente, cara de paisagem ao colocar cachoeira na capa. Em vez de colocar "o" Cachoeira, colocou "uma" cachoeira, ou seja, uma cascata. Que vexame!

No jornalismo existe a função de editor-chefe.

Será que nas máfias midiáticas poderíamos falar em editor-poderoso-CHEFÃO?

sábado, 28 de abril de 2012

Inquérito da PF cai na internet e comprova: Veja se imiscuiu com Cachoeira.

Via Amigos do Presidente Lula

"A Polícia Federal mapeou a ação de Carlinhos Cachoeira e seus arapongas influindo na revista Veja, o que levou a episódios como o vídeo clandestino no Hotel Naoum com José Dirceu, e a montagem de dossiê contra Dilma durante as eleições de 2010."

Jornalismo e cumplicidade não são o mesmo

Via Tijolaço do Brizola Neto

"Não existe “sigilo de fonte” na decisão interna de um órgão de imprensa em manter uma  longa sistemática relação com um bandido.

Qualquer jornalista sabe a diferença entre receber informações de um bicheiro sobre algum caso e a de, sistematicamente, receber dele material clandestino que incrimine os policiais que lhe criem problemas. Sobretudo, durante anos e sem qualquer menção à luta de submundo que se desenvolvia nestes casos.

No primeiro caso, é jornalismo. É busca da informação e sua apresentação no contexto em que ela se insere.

No segundo, é cumplicidade. É uma associação para delinquir, criminal e jornalisticamente."

Resta à Veja fazer de Policarpo o seu bode expiatório


"Se existia dúvida quanto à inclusão da revista Veja no rol dos que serão investigados pela CPI do Cachoeira, a partir do vazamento na internet do inquérito que foi enviado ao Congresso pelo ministro do STF Ricardo Lewandowski, tal duvida virou pó.

Quem deu o furo foi o controverso site Brasil 247, que tem comprado briga com a Veja, com blogs progressistas, reacionários e que, entre seus colunistas, conta com figuras antagônicas como o petista José Dirceu e o tucano Artur Virgílio."

sexta-feira, 20 de abril de 2012

As relações entre Veja e o contraventor

Via Tudo Em Cima

"Auxiliado por braços-direitos como o ex-funcionário da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Jairo Martins, Cachoeira prestava uma ajuda fundamental a Veja, ao solicitar gravações que comprometiam adversários e repassá-las para Policarpo com exclusividade. “A gente tem que trabalhar com ele [o Policarpo] em grupo. Porque os grandes furos do Policarpo fomos nós que demos, rapaz”, revela o próprio bicheiro durante uma conversa com Jairo gravada pela Polícia Federal."

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Esqueçam Policarpo: o chefe é Roberto Civita

Via Luiz Nassif On Line

"Não haverá como fugir da imputação de associação criminosa. E nem se tente crucificar Policarpo ou o araponga Jairo ou esse tal de Dadá. O pacto se dá entre chefias – no caso, Roberto Civita, pela Abril, Cachoeira, por seu grupo."

 Veja se antecipou aos críticos e divulgou um dos grampos da Policia Federal em que o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o araponga Jairo falam sobre Policarpo. Pinça uma frase – “o Policarpo nunca vai ser nosso” – para mostrar a suposta isenção do diretor da Veja em relação ao grupo.