Murilo Portugal, o presidente do sindicato
brasileiro dos bancos (a Febraban), resolveu peitar a prioridade da
Presidenta Dilma Rousseff no decisivo braço-de-ferro para derrubar os
juros. Em vez de apresentar um cronograma de corte das taxas, como
esperava o governo, cobrou 'incentivos e desonerações' ao setor mais
lucrativo da economia para baixar o spread. Com a soberba típica dos
centuriões da plutocracia, divulgou a lista das 'condicionalidades'
através do dispositivo midiático, ao mesmo tempo em que a entregava em
Brasília e sentenciou: 'A bola agora está com o governo'.
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
Por que o silêncio sobre a Islândia?
Via Revista Fórum
Se há quem acredite que nos dias de hoje não existe censura, então
que nos esclareça porque é ficamos a saber tanta coisa acerca do que se
passa no Egito e porque é que os jornais não têm dito absolutamente nada
sobre o que se passa na Islândia.
Na Islândia:
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