Vendo a Dilma nos EUA, reunida com Obama, eu me lembro daqueles emails da época da última campanha eleitoral, que diziam: “a terrorista não poderá visitar os EUA, será barrada”. Quanta barbaridade. Não esqueçamos nunca do que a turma do Serra foi capaz de fazer. O aborto (a mulher do Serra em pessoa, segundo o “Estadão”, disse numa passeata que Dilma era a favor de matar criancinhas), a bolinha de papel que Ali Kamel quis transformar em atentado, a ficha falsa, os boatos…
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
Dilma: “isso não é uma pergunta”
Via O Escrivinhador
Vendo a Dilma nos EUA, reunida com Obama, eu me lembro daqueles emails da época da última campanha eleitoral, que diziam: “a terrorista não poderá visitar os EUA, será barrada”. Quanta barbaridade. Não esqueçamos nunca do que a turma do Serra foi capaz de fazer. O aborto (a mulher do Serra em pessoa, segundo o “Estadão”, disse numa passeata que Dilma era a favor de matar criancinhas), a bolinha de papel que Ali Kamel quis transformar em atentado, a ficha falsa, os boatos…
Vendo a Dilma nos EUA, reunida com Obama, eu me lembro daqueles emails da época da última campanha eleitoral, que diziam: “a terrorista não poderá visitar os EUA, será barrada”. Quanta barbaridade. Não esqueçamos nunca do que a turma do Serra foi capaz de fazer. O aborto (a mulher do Serra em pessoa, segundo o “Estadão”, disse numa passeata que Dilma era a favor de matar criancinhas), a bolinha de papel que Ali Kamel quis transformar em atentado, a ficha falsa, os boatos…
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Nós e eles: a viagem de Dilma aos EUA
Via O Esquerdopata
"...Ninguém tem dúvidas que o século norteamericano ficou para trás e o novo século já é o século do Sul do mundo. Como representante desse mundo é que Dilma viaja hoje, digna, com a força moral da nossa soberania, aos EUA."
As relações do Brasil com os EUA quase sempre foram de subserviência.
Hoje mudaram. Não por eles, que continuam imperiais, prepotentes, sem
consciência da sua decadência.
Terminada a segunda guerra, Octávio Mangabeira beijou as mãos do
presidente dos EUA, Harry Truman, que visitava o Brasil. Instaurada a
ditadura militar, Juracy Magalhaes, ministro de Relações Exteriores,
adaptando a frase da General Motors, afirmou: “O que é bom para os EUA é
bom para o Brasil.” Logo apos os atentados de 2001 nos EUA o então
ministro de Relações Exteriores do Brasil, Celso Lafer, se submeteu a
tirar os sapatos para ser controlado em um aeroporto dos EUA. Os três
são da mesma linhagem tucano udenista, sombras que deixamos para trás.
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