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sexta-feira, 4 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Enxurrada de escândalos
Via O Cafézinho
É uma situação inédita. Escândalos de corrupção não são novos, mas
nunca tivemos um dessa magnitude e nessas circunstâncias, envolvendo
jornalistas, parlamentares, governadores, empresários, funcionários
públicos. Nunca tivemos um inquérito inteiro à disposição de toda
sociedade aberta, num ambiente político altamente eletrificado pela
presença de redes sociais e blogosfera hiperativas e hipertreinadas em
função de seu embate diário com as maquinações da grande mídia.
Vamos tentar organizar as coisas. O que eu encontrei de mais grave
nos jornais, blogs e sites nesta segunda-feira foram os seguintes
escândalos:
quinta-feira, 12 de abril de 2012
"Eu existo, Merval"
Via O Esquerdopata
Ontem à noite, quando assistia à Globonews, o empresário Ernani de Paula, ex-prefeito de Anápolis, quase caiu da cadeira quando ouviu o comentário do jornalista (?) Merval Pereira, que denunciava à editora de política Renata Lo Prete uma possível ficção criada pelo PT para melar o processo do mensalão. Segundo Merval, “inventaram” um certo Ernani de Paula para tumultuar o caso. Através do 247, Ernani mandou um recado ao comentarista da Globo. “Merval, eu existo”, disse ele. “Fui testemunha ocular da história e conheci de perto todos os personagens”.
Ontem à noite, quando assistia à Globonews, o empresário Ernani de Paula, ex-prefeito de Anápolis, quase caiu da cadeira quando ouviu o comentário do jornalista (?) Merval Pereira, que denunciava à editora de política Renata Lo Prete uma possível ficção criada pelo PT para melar o processo do mensalão. Segundo Merval, “inventaram” um certo Ernani de Paula para tumultuar o caso. Através do 247, Ernani mandou um recado ao comentarista da Globo. “Merval, eu existo”, disse ele. “Fui testemunha ocular da história e conheci de perto todos os personagens”.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Cachoeira é demo-tucano. Ligá-lo ao PT é delinqüência intelectual
Via Blog da Cidadania

A mídia demo-tucana – que, agora, tenta se desvincular de Demóstenes Torres, uma criação sua – vem produzindo distorção revoltante dos fatos ao afirmar que “todos os partidos” estariam envolvidos com Carlinhos Cachoeira. Mentira! Este texto irá provar que comparar a relação dúbia entre um obscuro deputado do PT de Goiás e o bicheiro com as relações íntimas deste com expoentes do PSDB e do DEM, é delinqüência intelectual.
A mídia demo-tucana – que, agora, tenta se desvincular de Demóstenes Torres, uma criação sua – vem produzindo distorção revoltante dos fatos ao afirmar que “todos os partidos” estariam envolvidos com Carlinhos Cachoeira. Mentira! Este texto irá provar que comparar a relação dúbia entre um obscuro deputado do PT de Goiás e o bicheiro com as relações íntimas deste com expoentes do PSDB e do DEM, é delinqüência intelectual.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Ah a política...
Via DoLaDoDeLá
O rumoroso caso Demóstenes Torres (DEM-GO) não é apenas mais um caso de corrupção denunciado pelo Ministério Público. É uma chance única de reavaliar o que foi a política brasileira na última década, e de como ela – venal, hipócrita e manipuladora – foi viabilizada por um estilo de cobertura política irresponsável, manipuladora e, em alguns casos, venal. E hipócrita também.
O rumoroso caso Demóstenes Torres (DEM-GO) não é apenas mais um caso de corrupção denunciado pelo Ministério Público. É uma chance única de reavaliar o que foi a política brasileira na última década, e de como ela – venal, hipócrita e manipuladora – foi viabilizada por um estilo de cobertura política irresponsável, manipuladora e, em alguns casos, venal. E hipócrita também.
O alvo deles era Dilma
Como qualquer empresa, as organizações criminosas têm seus planos de
sobrevivência e expansão. O grupo do empresário Carlos Augusto de
Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, inovou em muita coisa, mas não
nesse aspecto. Cachoeira tinha negócios escusos e planos de novos
empreendimentos em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins,
onde contava com a ajuda de políticos e agentes públicos, de acordo com
as investigações da Polícia Federal. Mas Cachoeira queria mais.
Conversas telefônicas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres
(ex-DEM, agora sem partido), gravadas com autorização judicial e obtidas
com exclusividade por ÉPOCA (ouça os áudios ao fim desta reportagem),
mostram que os dois planejavam se aproximar de alguma forma do Palácio
do Planalto. Numa das ligações captadas, Cachoeira orienta Demóstenes a
aproveitar um convite para trocar o DEM pelo PMDB, com o propósito de se
juntar à base de apoio do governo e se aproximar da presidente, Dilma
Rousseff. “E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com
você? A Dilma? A Dilma quer falar com você, não?”, pergunta Cachoeira.
Demóstenes responde: “Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer
sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar”. Cachoeira se empolga:
“Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá”. Como se fosse um
bom subordinado, Demóstenes acata a recomendação.
Tem certas coisas que só o DEM faz por você
Via Blog da Cidadania

Tem sido muito comentado até na imprensa amiga do Democratas – que já foi PFL e, de alguma forma, Arena – que a agremiação estaria moribunda. Para um certo setor da sociedade, supõe-se que seja uma hipótese incompreensível. Há gente que, quando fala em corrupção, cita Delúbio, Dirceu, blábláblá, blábláblá e blábláblá, mas não fala de um só “democrata” ou tucano.
Tem sido muito comentado até na imprensa amiga do Democratas – que já foi PFL e, de alguma forma, Arena – que a agremiação estaria moribunda. Para um certo setor da sociedade, supõe-se que seja uma hipótese incompreensível. Há gente que, quando fala em corrupção, cita Delúbio, Dirceu, blábláblá, blábláblá e blábláblá, mas não fala de um só “democrata” ou tucano.
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