domingo, 10 de janeiro de 2010

Azuis - reedição.

Parte de vocês, meus pacientes leitores, já viu esse video. Fiquei com vontade de reparti-lo também com os que não viram.

E foi assim. Se tem uma coisa que me encanta nesse nordeste de meus Deus é o azul do céu. Em seguida vem os verdes. E só aqui, no nordeste, foi que me dei conta de como essas duas cores são tão harmonicas entre si e me fascinam demais quando colocadas uma junto da outra.

Mas é do azul que eu quero falar. Então eu montei um video que transborda de azuis, azuis que me felicitam todos os dias, e que me fazem dar tantas graças pela vida.

O vocal da musica, Bachiana nr 5 de Villa Lobos, é da soprano Amel Brahim Djelloul e o vídeo completo de sua performance pode ser visto neste endereço.

Fiquem em paz

Jonas




sábado, 9 de janeiro de 2010

Vacilo em Nova Iorque.

Deu no New York Times de 06 de janeiro.

Uma conhecida - não por mim - loja de roupas de griffe, uma certa H&M, em Nova Iorque ,joga no lixo as roupas que não vende ao final de cada estação.

Faz isso para não desvalorizar seus produtos vendendo-os como ponta de estoque ou coisa semelhante.

Não bastasse essa atitude insensivel diante de um mundo com tantas necessidades, os responsáveis pela tal loja vão além: fazem furos e rasgos nas roupas para impossibilitar seu uso por quem as encontrar!!

Daí me ocorrem coisas do tipo: qual o tamanho do lucro de uma loja dessa a ponto de jogar fora o que não é vendido? Será que alguns clientes dessa loja deixarão de comprar nela diante da resposta óbvia de que os lucros são escorchantes? Não seria possivel apenas reciclar essas peças de roupas a fim de que retornem  às prateleiras? E com isso economizar materia prima? E economizar em outras despesas que não dá para listar agora mas devem ser muitas? E por fim não poderiam simplesmente doar essas peças para instituições de caridade? E mesmo que tivessem a preocupação de que seus modelitos não sejam vistos em corpos de quem não é celebridade por que não doar para outras cidades, outros paises?

Finalmente me ocorreram muitas cenas que vemos diariamente daqueles  que mais sofrem no mundo todo, eternas vitimas de exclusões de todos os nomes ou marginalizações que interrompem vidas, adiam sonhos, e subitamente lhes arrancam o chão sob os pés.

E nós chamamos essas pessoas de vitimas do "sistema". E o problema é que o tal "sistema"  na maioria das vezes é incolor, insípido, inodoro. Nos parece algo que paira em nuvens levado daqui pra lá  por um vento que nunca se sabe de onde sopra.

Mas de vez em quando esse "sistema" vacila e mostra sua cara, seu nome e seu endereço.

Fiquem em paz,

Jonas

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Love Is A Many Splendoured Thing

Esta é a trilha sonora de um filme exibido no Brasil em 1955 e que teve o título de Suplicio de Uma Saudade e não! eu não era o lanterninha das sessões daqueles dias não senhores, pô. Ou talvez como diriam naquela epoca: homessa!

Foi gravada por um monte de gente. Entre elas Nat King Cole e Frank Sinatra. A versão que está ai embaixo foi gravada por Ringo (ex Beatle) e ficou bacana demais.

Curtam, quem puder dance, quem puder cante e quem puder dê um olhar 43 para pessoa do lado.

Fiquem em paz.

Jonas






Lyrics

DataSauva pesquisa molhos de tomate.

Uma das minhas encafifações ultimamente é que venho notando uma irresistivel atração dos molhos de tomate por roupas brancas. Reparem. Basta vestirmos um roupa branca e lá vem o desejo de um espaguete ao sugo, quem sabe uma lasanha ou até mesmo um filè a parmegiana. Se for em um happy hour o filezinho aperitivo logo se apresentará em nossa mesa, sendo que o molho deste é apenas uma derivação do de tomate na sua propriedade de insistir em respingar em nossa roupa branca.

Sabem os dois, tanto o molho quanto a roupa branca, que em algum momento nos descuidaremos, e a roupa branca, digamos assim numa quase virginal espera sobre nosso colo, deixa-se manchar de generosas, as vezes exageradas, gotas do molho. Enfim juntos, arrancam-nos da nossa própria distração e nós, desesperados, subitamente envergonhados pela aparente falta de coordenação, dizemos xiiis e putzes pulando para trás buscando gardanapos e molhando-os na ponta da lingua na tentativa vã de impedir que a união do molho e da roupa branca se consuma. Que nada. A junção se dá rápida e inevitável.

Porque? Que atração é essa? Como impedi-la? Que fazer com esse apetite por molhos pelo qual somos tomados cada vez que usamos roupas brancas? Porque esse vexame publico a que somos submetidos pois ainda horas após ter-se dada a desastrada união, os amigos em volta ao olharem para nossa roupa perguntam: tava bom o espagueti?

Será que devemos parar de usar roupa branca? O restaurantes devem passar a fornecer guardanapos-camisa de cor escura?  Devemos levar uma muda de roupa?  Devemos pedir o molho a parte em um copo e bebe-lo separado?

Respondam a pesquisa no canto direito superior, por favor e me deêm de volta noites tranquilas de sono.

Fiquem em paz.

Jonas

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Tristeza

Sinto a tristeza do fim de domingo.
A tristeza das 18 horas, Ave Maria,
quando tudo está a meia-tinta, opaco.
Sinto a tristeza da chama de uma vela,
luz frágil, suscetivel à um sopro,
e que tem a sua vida medida por si mesma.
A tristeza da impotencia.
Sinto a tristeza de quem não sabia que
fazia algo valioso pela ultima vez.
A tristeza da garoa ( não é nem chuva nem sol).
A tristeza de ser obrigado a sair do
quarto de um menino feliz.
Sinto a tristeza do marinheiro
cujo barco não pára no cais.
A tristeza da ausencia do vento, que é
quando as árvores se calam.
A tristeza do olhar da saudade,
de quem não vê, não ouve,
não sente.
A tristeza dos orfãos.
A tristeza da incompreensão.
Sinto a tristeza de quem é o ultimo a sair.
De quem ficou pra trás ......


Fiquem em paz

Jonas

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tudo que voce precisa é de amor

No dia 07 de dezembro de 2009 as 13:30 a Starbuck ( uma rede de cafeterias norte americana)  convidou musicos de 156 paises para cantarem juntos - ao mesmo tempo mesmo! - a musica All You Need is Love, como parte de uma campanha para ajudar a combater a Aids na Africa.

Quem me conhece já pode imaginar minha emoção ao ver um dos maiores sucessos dos Beatles ser cantado com intenção tão importante.

A composição em si mesma já é nobre - coloco uma tradução aí embaixo - mas se torna especialmente rica pela finalidade com que se destina e ainda por cima Starbuck pede que divulguem, esse video e essa campanha com parentes e amigos e mesmo com estranhos. Façam isso meus caros, façam isso.

Fiquem em paz,

Jonas

A letra:

Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love

There's nothing you can do that can't be done
Não há nada que voce possa fazer que não possa ser feito.
Nothing you can sing that can't be sung
Não há nada que voce possa cantar que não possa ser cantado
Nothing you can say, but you can learn how the play the game
Nada que voce voce possa dizer, mas voce pode aprender como jogar o jogo
It's easy
É facil
 
There's nothing you can make that can't be made
Não há nada que voce possa fazer que não possa ser feito
No one you can save that can't be saved
Não há ninguem que voce possa salvar que não pode ser salvo
Nothing you can do, but you can learn how to be you in time
nada que voce possa fazer, mas voce pode aprender com o tempo
It's easy
É facil

All you need is love
Tudo que voce precisa é amor
All you need is love
Tudo que voce precisa é amor
All you need is love, love
Love is all you need
Amor é tudo que voce precisa.
Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love
All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

There's nothing you can know that isn't known
Não há nada que voce possa saber que não pode ser sabido
Nothing you can see that isn't shown
não há nada que voce possa ver que não possa ser mostrado
Nowhere you can be that isn't where you're meant to be
Nenhum lugar em que voce possa estar que não seja onde voce quer estar
It's easy
É facil

All you need is love
Tudo que voce precisa é amor.
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

O video:


Revisão da Lei da Anistia.

Temos lido a respeito de um abacaxi posto sob a mesa  do Presidente , para ser descascado quando este voltar das férias. Trata-se de uma revisão da Lei de Anistia da Revolução de 1964, e que tem desagradado troianos e agradado gregos ou é ao contrário não sei bem.

Não sei nada sobre isso. Quando a tal Revolução de 1964 aconteceu eu ainda era um guri e quando veio a reabertura eu tinha acabado de entrar na fase adulta.

Mas sei que ditaduras não são boa coisa, pois se fossem não haveria a repressão à liberdade de opinião ou melhor dizendo liberdade do contraditório.

E agora discuti-se aprofundar as investigações para punir responsáveis por prisões arbitrárias, torturas e assassinatos e isso de um lado do balcão, por que no outro tem também os guerrilheiros e umas histórias de violencia meio nebulosas e duvidosas.

Mas deixemos isso para os que tem estomago. Eles que achem soluções e que tenham a coragem de contar a história como de fato se passou. Se houver interesse em continuar mentindo e censurando é bom nem começar.

Para mim o que parece ser o maior prejuizo - e isso não tem investigação que dê jeito de punir os responsáveis - são as cicatrizes deixadas na intelectualidade do povo brasileiro.

A censura, as fronteiras fechadas, a centralização do poder, o pouco zelo pela educação, tudo isso colocou-nos, a todos nós, a margem do crescimento mais importante: o crescimento humano e o crescimento do conhecimento.

Só pra ficarmos numa coisa bem recente e que todos se lembram: Collor chamou nossos carros de carroças.

Isso tem um significado enorme quando a gente pensa que todo desenvolvimento tecnológico colocado a serviço da industria automotiva no mundo todo não chegava até nós cidadãos comuns. E assim foi em todas as areas do conhecimento humano. Medicina, agricultura, ciencia, meteorologia, educação, infra-estrutura...

Coloque-se a área humana que se quiser colocar e ao compararmos com  outros paises veremos que em nada ou quase nada o Brasil contribuiu com sua gente para ajudar a roda do mundo girar. E muito menos sua gente foi beneficiada com o avanço tecnológido do mundo todo.

Mas a ferida mais profunda que ainda levará muito tempo para sumir da pele e portanto da lembrança de nossa gente é a indiferença causada pela censura. A censura praticada sistematicamente tem o dom maligno de tornar a fome pelo saber como algo adormecido pela inanição: não é mais sentida.


Exceto futebol, novela e pagode quase nada anda na ponta da nossa lingua A nossa incapacidade de reação e de indignação diante dos descalabros nacionais só pode ser fruto da massacrante centralização e da exacerbação do poder central, que enfraqueceu-nos como individuos.

Que revejam mesmo a tal Lei da Anistia e que tragam para nós os resultados verdadeiros das investigações. E quem sabe ao menos nossos netos possam retomar o caminho do qual nos desviamos já tem décadas, e que passa por uma cidadania consciente, atuante e exigente. Enriquecedora da vida humana.

Fiquem em paz.

Jonas

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Musica em fatias. Da Sony.

Esse é um comercial meio velhinho da Sony. O bacana é que os autores fatiaram um musica. Isso mesmo fatiaram.

Pegaram vários instrumentos iguais e cada um toca só uma nota, e repete no seguinte e vai indo até que a harmonia surge e voce ouve o efeito que ficou ótimo.

Curtam e fiquem em paz.

Jonas



sábado, 2 de janeiro de 2010

Uma vestal chamada Boris Casoy

Nunca me senti confortavel assistindo telejornais com a presença de Boris Casoy. Quando ele diz aquele bordão que já está desgastado, eu sempre imagino o veneno da ironia escorrendo pelos cantos de sua boca.

Mas sempre atribui esse meu desconforto à uma provavel discordancia de linha politica, achava que era apenas um ciuminho besta.

Mas ontem deu-se a constatação de que de fato esse homem é um elitista, preconceituoso e disseminador do confronto de classes. É uma vestal.

Na miudeza dele, ele pensa que felicidade é um atributo de uns poucos escolhidos, sendo que ele é um deles.

Na cegueira de sua ignorancia ele não sabe que cada um é feliz por si mesmo, totalmente livre de quem quer que seja. Sim sr Boris Casoy: os seres humanos, todos eles, podem ser felizes sem precisar ser orientado por sua ira, seu ódio, seus preconceitos contra sabe-se lá quantas classes de trabalhadores e pessoas.

E esse homem pequeno esbraveja e baba e destila raiva contra homens publicos pegos - é certo - com mão na botija, exigindo que sejam defenestrados.

Ele foi pego em falha mortal: preconceito. Que faremos com ele?

Os videos abaixo falam por si mesmos. Eu vou parar por aqui.

E repetindo Saramago, paro não por que não tenho palavras. É que elas me repugnam.

Fiquem em paz.

Jonas




sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Reveillon em Jaboatão - Reedição

Então lá fomos nós para a Praia de Piedade onde a prefeitura patrocinou o Reveillon. Uma vantagem: vai-se à pé, no que resulta em liberdade total para esse escriba tomar umas e outras.

Bom, muito bom mesmo. No palco apresentaram-se bandas e um certo Nando Do Cordel. Anotem esse nome. O moço tem um repertório para agradar dos 08 aos 80 anos. Não deu outra. Chacoalhamos mãos, pernas, bundas, enfim o esqueleto todo.

E no céu o foguetório da meia-noite. Aí embaixo tem o video. Foram muitos ós e palmas durante 15 minutos, intercalados de pows-pows de rolhas que tampavam garrafas que ostentavam rótulos que iam desde Cidra Cereser até Moet Chandon. Isso é que é democracia.

Fiquem em paz.

Jonas

A música é Vertigo e a banda é U2 !

The War is over, if you want it.

Há que se continuar dizendo sempre e sempre.

Fiquem em paz.

Jonas

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz Ano Novo !

Dizer-lhes apenas "feliz ano novo" é muito pouco. Seria como reafirmar uma crença fugaz num minuto mais fugaz ainda em que simbolizamos a contagem do tempo em nossas vidas trocando calendários.
O que conta mesmo é que devemos sentir a passagem do tempo através de nossas almas. O que vale é o que  nossas emoções proporcionam seja em frações de segundos ou pelo resto de nossas vidas.
O que importa de verdade é percebermos antes de tudo o tempo propício para plantarmos as sementes da amizade e esperarmos, com os olhos voltados para o céu, o tempo delas germinarem.
O amadurecimento que toma conta de nós com a passagem das primaveras e dos verões, dos invernos e dos outonos é que nos fazem melhores seres humanos. Sendo que sempre desejamos mais primaveras e verões e menos outonos e invernos.
O que nos mostra quanto tempo passou é a nossa capacidade de contemplação e, com ela, sentirmos quanto tempo falta para a chegada do dia em que tudo que sonhamos se realizará.
Quantos amores juntamos? Quantas pessoas felicitamos? Quanto bem fizemos? Essa deve ser a nossa verdadeira contagem!
E compreendermos por fim a harmonia da criação divina, sempre presente dentro e em torno de nós e que nos embala, que nos enleva, nos segura pela mão e nos faz abraçar a todos como irmãos!
Sejam felizes voces, suas familias e seus amigos, e fiquem em paz.
Jonas, Rita, Carô, Gigi, Lê, Renata.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A TAP e o Aeroporto de Lisboa

A TAP e o Aeroporto de Lisboa encontraram um forma bem original de desejar Feliz Natal aos seus clientes.

Ao som de várias músicas funcionários dançam no saguão do aeroporto envolvendo passageiros que estavam por lá.

O video foi postado em 23 de dezembro e até esse momento já foi visto 348510 vezes e foi comentado por 1253 pessoas. Isso dá uma boa idéia do envolvimento que a idéia causou.

Fiquem em paz

Jonas

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Amor em bilhetes

(Para a Rita em nosso trigésimo sexto aniversário de casamento)
“Beth se você me ama, eu também amo você”
Esses são os dizeres do meu primeiro bilhete de amor, digamos assim. A Beth era uma menina a respeito de quem não lembro mais nada, exceto que morava na mesma rua que eu morava, lá pelos idos dos meus sete anos de idade.
Da Beth não lembro. Mas incrivelmente lembro-me do bilhete. Ainda vejo o pedaço de papel arrancado do meu caderno escolar e, na memória, eu vejo os garranchos de um garoto de primeiro ano primário, e cujo bilhete joguei no portão da casa da primeira musa da minha vida.
Não sei se a Beth leu o bilhete por que ela nunca me disse nada. E desconfio que em razão da ausência de resposta eu “desisti” da Beth logo nos dias seguintes, até mesmo por que, como vocês devem notar, a frase que eu escrevi a ela é condicional, mercantil mesmo.
Passou o tempo e eu deixei de lado as condicionais insensíveis que propomos à vida, e passei a aceitar o amor sem trocas. 
E às vezes me pergunto sobre aquele gesto, sobre a razão de tê-lo feito. Seria timidez?
Ou será que uma voz dentro de mim, em tom profético, avisava: vai treinando, virão dias em que você passará seu tempo declarando seu amor em bilhetes!
Fiquem em paz,
Jonas

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

DataSaúva divulga resultado de pesquisa

O Instituto DataSaúva de Pesquisas divulga o resultado de sua última sondagem de opinião sendo essa a respeito dos atendimentos de telemarketing e da ira que desce sobre todos nós diante desse descalabro.

A pergunta feita ao público foi: Em qual desses momentos durante o atendimento de um telemarketing voce joga o telefone na parede?

E as respostas foram:
- quando ouve: vou estar providenciando: 40%
- quando ouve: no momento todas as nossas posições estão ocupadas: 30%
- quando ouve: aguarde, sua ligação é muito importante para nós: 20%
- quando ouve: digite seu cpf, telefone e data de nascimento: 10%

Como se vê, a ojeriza maior é com o gerundismo, uma praga que ainda assola tais atendimentos embora, reconheçamos, esteja diminuindo graças à pressão de toda a gente.

E mais: demonstra também o alto nivel de exigencia dos leitores desse espaço no que se refere ao uso das letras e das palavras.
 
E, mais que tudo, o resultado da pesquisa serviu também de alerta a esse modesto escriba: ou presto atenção na linguagem e escrevo direitinho ou qualquer dia desses entra um mouse voando pela janela, jogado por um dos meus raros e (im) pacientes leitores.

No que estão certíssimos.

Fiquem em paz

Jonas